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A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA PARA A VIDA


 

1. A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA PARA A VIDA

A água é fundamental para o planeta. Nela, surgiram as primeiras formas de vida, e a partir dessas, originaram-se as formas terrestres, as quais somente conseguiram sobreviver na medida em que puderam desenvolver mecanismos fisiológicos que lhes permitiram retirar água do meio e retê-la em seus próprios organismos. A evolução dos seres vivos sempre foi dependente da água.

Existe uma falsa idéia de que os recursos hídricos são infinitos. Realmente há muita água no planeta, mas menos de 3 % da água do mundo é doce, da qual mais de 99% apresenta-se congelada nas regiões polares ou em rios e lagos subterrâneos, o que dificulta sua utilização pelo Homem.

DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA DA TERRA

A água é o mais crítico e importante elemento para a vida humana. Compõe de 60 a 70% do nosso peso corporal, regula a nossa temperatura interna e é essencial para todas as funções orgânicas.

Em média, no mínimo, nosso organismo precisa de 4 litros de água por dia. Além disso a água também é usada na preparação de mamadeiras, de comidas e sucos. Por isso temos que garantir uma água segura, com qualidade, pura e cristalina.

Calotas polares e geleiras: (75%)
Subsolo: entre 3.750m e 750m: (13,7%)
acima de 750m: (10,7%)
Lagos: (0,3%)
Rios: (0,03%)
Solo/umidade: (0,06%)
Atmosfera/vapor d’água: (0,035%)

A água é o mais crítico e importante elemento para a vida humana. Compõe de 60 a 70% do nosso peso corporal, regula a nossa temperatura interna e é essencial para todas as funções orgânicas.

Em média, no mínimo, nosso organismo precisa de 4 litros de água por dia. Além disso a água também é usada na preparação de mamadeiras, de comidas e sucos. Por isso temos que garantir uma água segura, com qualidade, pura e cristalina.

A água é o principal componente do corpo humano:

Corpo Humano


A água é a chave para todas as funções orgânicas:

Sistema circulatório
Sistema de absorção
Sistema digestivo
Sistema de evacuação
Temperatura do corpo

2. DE ONDE VEM A ÁGUA

Para entender de onde vem a água é preciso relembrar os estados em que ela se encontra.

Existe água no estado gasoso na atmosfera, proveniente da evaporação de todas as superfícies úmidas – mares, rios e lagos; em estado líquido, nos grandes depósitos, o planeta, oceanos e mares (água salgada), rios e lagos (água doce) e no subsolo, constituindo os chamados lençóis freáticos; e em estado sólido, nas regiões frias do planeta.

Da atmosfera, a água se precipita em estado líquido, como chuva, orvalho ou nevoeiro, ou em estado sólido, como neve ou granizo.

Todas estas formas de água são intercambiáveis e representam o CICLO HIDROLÓGICO.

Desde a sua criação, o homem tem tido a sua disposição um sistema natural de purificação de água chamado ciclo hidrológico.

O ciclo hidrológico nada mais é do que um gigantesco sistema natural de purificação da água, que a recicla e purifica constantemente; um processo pelo qual a água que está na atmosfera na forma de vapor condensa e volta à terra na forma de precipitação. Uma vez na terra, a água novamente evapora e assim sucessivamente.

Contudo, por volta de 30% da água precipitada não volta a evaporar, ficando estocada na terra de duas maneiras:

Uma parte se infiltra na terra e é estocada em bolsas chamadas de Aqüíferos.

Outra parte é estocada em lagos, riachos, rios, oceanos e mares, como água de superfície.

Até 25% da água que cai é retirada para formação de matéria orgânica de que se constituem os seres vivos. O restante atinge os mares, caindo diretamente neles ou a eles chegando através de cursos de água.

Devemos lembrar que, no caso das cidades, o ciclo natural da água é modificado pela impermeabilidade do solo, a falta de áreas verdes e o excesso de construções.

3. FORMAS DE UTILIZAÇÃO DA ÁGUA

A utilização da água pelo homem depende da captação, tratamento e distribuição e também, quando necessário, da depuração da água utilizada.

Utilização da Água

As formas de utilização da água são:

a) Doméstico:

como bebida
fins culinários
higiene pessoal
lavagens diversas na habitação
lavagem de carros
irrigação de jardins epequenas hortas particulares
criação de animais domésticos, etc

b) Público:

escolas, hospitais e demais prédios ou estabelecimentos
irrigação de parques e jardins públicos
lavagem de ruas e demais logradouros públicos
fontes ornamentais e chafarizes
combate a incêndios
navegação


c) Industrial:

indústria onde a água é utilizada como matéria prima (indústrias alimentícias e farmacêuticas, gelo, etc)
indústrias onde a água é utilizada para refrigeração (por exemplo, metalúrgica)
indústria onde a água é usada para lavagem (matadouros, papel, tecido, etc)
indústrias onde a água é usada para fabricação de vapor (caldeiraria), etc

d) Comercial:

escritórios, armazéns, oficinas, etc
restaurantes, lanchonetes, bares, sorveterias
aqüicultura.

e) Recreacional:

piscinas
higiene pessoal
lagos, rios, etc

f) Agrícola e pecuário:

irrigação
lavagem de instalações maquinário e utensílios
bebidas de animais, etc

g) Energia elétrica:

uso em derivação das águas do seu curso natural, gerando energia.

h) Transferência de bacias:

sistema de inter-relações de uso e descarte da água entre municípios.

Distribuição de Água Doce no Brasil
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Observe no gráfico, que a Região Norte tem maior concentração de água, porém sua população é de menor densidade, ao contrário da Região Sudeste e Sul, onde concentra a maior parte da população brasileira e existe carência de água.

4. QUAL A FORMA DE TRATAMENTO DA ÁGUA

Felizmente, nosso conhecimento sobre a natureza da água tem avançado rapidamente.
Os problemas mais frequentes têm sido estudados intensamente e atualmente, conhecemos os sintomas, as causas e as soluções para os problemas da água.

Para garantia da população, a água é tratada nas estações de tratamento de água, através de processos diversos, como veremos a seguir.

Numa Estação de Tratamento (ETA), a água é coletada dos mananciais se transformando em um produto potável, pronto para ser consumido sem riscos à saúde. No processo são utilizados equipamentos especiais e reagentes químicos próprios para remoer as impurezas. Basicamente, o tratamento consta das seguintes fases: DECANTAÇÃO, FILTRAÇÃO E CLORAÇÃO.

Inicialmente a água é levada para tanques de decantação, onde é misturada com alúmen e hidróxido de cálcio e fica em repouso várias horas.

Quando sai dos tanques de decantação, a água já está livre da sujeira mais grossa. Em seguida, passa por filtros de cascalho areia e carvão.

Ao sair dos filtros, a água já parece completamente limpa, mas ainda não é potável, pois contém muito micróbios, que podem causar doenças.

Para matar os micróbios, mistura-se à água uma substância gasosa chamada cloro. Depois de clorada a água pode finalmente ser usada sem perigo à saúde. Em algumas estações, o cloro é adicionado antes que a água passe pelos filtros.

Além desses três processos, também se adiciona flúor com a finalidade de fortalecer os dentes e evitar a incidência de cáries. Sua utilização difundiu-se apesar da oposição de algumas autoridades sanitárias (o mesmo princípio deu origem às pastas de dente com flúor).

5. DOENÇAS PROVOCADAS PELA ÁGUA CONTAMINADA

A água que abastece uma cidade, se não for tratada, pode tornar-se um importante veículo de transmissão de doenças.

O controle da qualidade é uma medida que visa principalmente garantir a saúde da população e deve ser exercida nos meios urbanos e rurais.

Principais doenças transmitidas diretamente da água

Doenças
Agente Causador

Sintomas

CÓLERA
Víbrio Cholera 01
Diarréia abundante, vômitos ocasionais, rápida desidratação, acidose, cãimbras musculares e colapso respiratório

AMEBÍASE
Entamoeba Histolytica
Disenteria aguda, com febre, calafrios e diarréia sanguinoletenta

GASTRO- ENTERITE VIRAL
Rota Vírus
Diarréia, vômitos, levando à desidratação grave

HEPATITE
Vírus de Hepatite A
Febre, mal-estar geral, falta de apetite, Icterícia

DESINTERIA BACILAR
Bactéria Shigella
Fezes com sangue e pus, vômitos e cólicas

Outros males causados por ingestão de água contaminada
ou precariamente tratada:

POLIOMELITE
Ascaridíase
Febre Paratifóide Febre

TIFÓIDE
Doenças Respiratórias

Outros males causados por ingestão de água contaminada

poliomelite
ascaridíase
febre paratifóide
febre tifóide
doenças respirtatória
esquitossomose
perturbações gastrointestinais
infecções dos olhos ouvidos, gargantas, nariz
fluorose
saturnismo
dengue
malária
leptospirose
febre amarela
bócio

6. SANEAMENTO BÁSICO E QUALIDADE DE VIDA

A expressão Saneamento Básico é reconhecida no Brasil, no estágio atual, como parte do saneamento do meio que trata de problemas de abastecimento de água, coleta e disposição dos esgotos sanitários, incluindo os resíduos líquidos industriais, controle da poluição provocada por esses esgotos, drenagem urbana (águas pluviais) e acondicionamento, coleta, transporte e destino dos resíduos sólidos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define saneamento como o controle de fatores que atuam sobre o meio ambiente e que exercem, ou podem exercer, efeitos prejudiciais ao bem-estar físico, mental ou social do Homem. Portanto, o objetivo final do saneamento é a promoção da saúde, um direito fundamental de todos os seres humanos.

Ter serviço de saneamento é um direito assegurado pela Constituição Federal; porém, o último censo do IBGE revela que cerca de ¼ das residências do país não conta com serviço de água potável e quase metade não tem serviço de esgoto . A ausência deste saneamento básico é a causa de 80% das doenças e de 65% das internações hospitalares no Brasil, cujos gastos anuais com doentes por estas causas são da ordem de US$ 2,5 bilhões, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

Segundo dados do Sistema Único de Saúde, a cada R$ 1,00 investido em saneamento, as cidades economizam R$ 5,00 em medicina curativa da rede de hospitais e ambulatórios públicos.

A pobreza, combinada com baixos índices de saneamento básico, é responsável pela morte de uma criança a cada dez segundos. (PNSB-IBGE) .

Dados da pesquisa nacional de saneamento básico do IBGE de 2001.

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE SÃO PAULO

O Estado de São Paulo possui uma extensão territorial de 247.898 Km2, equivalente a 2,91% da área total do país, e com um total de 645 municípios instalados em 1997.

Demografia

No que tange aos aspectos demográficos, a população do Estado em 1991 (IBGE 1991) era de 31.436.273 habitantes, resultando em uma densidade de 126,81 habitantes/Km2. Essa população, entretanto, não se distribui uniformemente pelo território estadual. Quase 50% (15.369.305 habitantes) concentram-se na Região Metropolitana de São Paulo.

Outros eixos de grande concentração de ocupação e atividade econômica são formados ao longo da Rodovia Anhanguera (regiões administrativas de Campinas e Ribeirão Preto), e da Rodovia Presidente Dutra (Vale do Paraíba).

Uso e Ocupação do Solo

Do ponto de vista histórico, merece destaque à velocidade com que a economia estadual, centrada na exploração da terra, passou para uma economia marcadamente industrial. Essa rápida transição acelerou o processo de degradação ambiental que acompanhou o desenvolvimento econômico de bases agrícolas.

Esse desenvolvimento industrial distanciou o estado de São Paulo dos demais estados da união, sendo que por períodos consideráveis durante o presente século, o Produto Interno Bruto Estadual chegou a representar mais da metade do PIB nacional. Hoje, essa participação tem tendência decrescente.

Do ponto de vista da hidrografia , cabe ressaltar que todas as 29 bacias hidrográficas que contém territórios no estado pertencem à bacia do rio Paraná e às bacias do Atlântico Sul-Leste e Atlântico Sudeste. O potencial de água subterrânea pode ser considerado muito bom em dois terços do território

De todo esse potencial de recursos hídricos, a demanda atinge apenas 353 m3/s, assim destinados: 87 m3/s para o abastecimento urbano, 112 m3/s para uso industrial e 154 m3/s para a irrigação. Entretanto, apesar da aparente folga na disponibilidade de recursos hídricos, algumas regiões de ocupação mais intensa mostram-se claramente deficitárias, especialmente a Região Metropolitana de São Paulo e a bacia do Rio Piracicaba.

7. BACIAS HIDROGRÁFICAS

BACIA é o conjunto de terras drenadas por um rio principal e seus afluentes. Em todas as bacias hidrográficas a água escoa normalmente dos pontos mais altos para os mais baixos.

RIO significa uma corrente líquida resultante da concentração do lençol de água. O curso de água pode, em toda sua extensão, ser dividido em três partes

a) curso superior (nascente)
b) curso médio
c) curso inferior (foz)

O homem sempre procurou se fixar ao longo das margens dos rios para sua sobrevivência, dependendo de suas águas para consumo , higiene, alimentação, lazer e transporte.

Com a explosão demográfica, a falta de organização da ocupação e uso dos solos, os rios vêm sofrendo as mais diversas agressões e poluições.

Bacias Hidrográficas: onde os rios se encontram

Os rios nascem nas montanhas ou nos planaltos. Quando a chuva cai, escolhe um caminho que é proposto pela forma da montanha. A água que brota da terra começa a descer também, vai vencendo obstáculos e adaptando-se ao relevo. Na descida, os rios vão se encontrando e formando rios maiores, com mais água e mais força. O conjunto de terras drenadas por um rio principal, seus afluentes e sub-afluentes é chamado bacia hidrográfica. A linha que divide as bacias hidrográficas é chamada divisor de águas.

Há uma hierarquia natural, na qual rios de menor volume, nas partes mais altas, contribuem para formar rios de maior volume, nas partes mais baixas. As bacias podem ser classificadas em principais (as que abrigam rios e maior porte), secundárias e terciárias. Segundo sua localização são classificadas como litorâneas ou interioranas.

Quando a inclinação da montanha é mais acentuada, há uma tendência dos rios a serem mais estreitos e profundos, ao contrário, nas bacias de inclinação baixa, os rios tendem a ser mais largos e menos profundos.

O aqüífero Guarani

Aqüífero Guarani

O Aqüífero Guarani é um dos maiores mananciais de água doce subterrânea transfronteiriços do mundo, abrangendo quatro países: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Tem uma extensão aproximada de 1,2 milhão de km, dos quais 840 mil estão no Brasil, nos estados do Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso e São Paulo.

Guarani é o nome dado a esse conjunto de rochas que se formam entre 200 e 132 milhões de anos atrás. A espessura das camadas de rochas varia de 50 a 800 m, com profundidade de até 1.800 metros. Por isso, suas águas podem alcançar temperaturas muito elevadas, de 50 a 85°C. Existe um entusiasmo em relação à descoberta desse aqüífero, pois ele abriga águas muito profundas, que, de uma maneira geral, apresentam boa proteção contra agentes poluidores, estando muito mais protegidas do que os rios e lagos, os mananciais usualmente utilizados. Além disso, está localizado em uma região com alta concentração populacional, estimada em mais de 15 milhões de habitantes, e portanto, com alta demanda por água potável.

Há projetos de expansão do uso dessa água para fins energéticos, agropecuários e até de energia termal para co-geração de energia elétrica. Há um grande risco nisso, pois a abertura de diversos poços, muitas vezes sem a fiscalização adequada, pode facilitar a contaminação do aqüífero.

Como ainda faltam dados hidrogeológicos sobre o aqüífero, diversos projetos estão sendo realizados para estudá-lo, detectar possível radiatividade das águas e criar um modelo de proteção e gestão do uso. Recentemente foi criado um grupo de trabalho formado por especialistas do Brasil, Paraguai, Argentina e Bolívia, para desenvolver um programa de gestão compartilhada dos recursos hídricos.

Comitês de bacias hidrográficas

Em 1997, com a Lei 9433/97, o Brasil deu início a um modelo ambicioso de gestão do uso dos rios, passando as decisões sobre tal uso em todo país aos comitês de bacias.

Os comitês de bacias hidrográficas estão sendo criados em todo o país, visando gerenciar a água de forma descentralizada, integrada e com a participação da sociedade. Nesses espaços colegiados participam órgãos do poder público, representantes do setor privado ligados às indústrias e à agricultura, outros usuários da água e representantes da sociedade civil. Por isso, são considerados “o parlamento das águas”. Antes de sua criação o gerenciamento era feito de forma isolada por municípios e Unidades da Federação, sem a participação da sociedade civil. Com a criação dos comitês, o estado de São Paulo, por exemplo, foi dividido em 22 unidades de gerenciamento, de acordo com as bacias hidrográficas e afinidades geopolíticas.

A formação do comitê de bacias é muito importante e a evolução desse processo será a formação de comitês transfronteiriços para coordenar nas ações na bacias que envolvem diferentes países, tais como as do rio Amazonas, do rio Paraná e do rio Paraguai.

A política de recursos hídricos cria novos instrumentos tanto de gestão como de outorga, organiza o plano de gestão da bacia e a cobrança pelo uso da água. A outorga é o registro e a autorização que deveria ser dada para qualquer usuário da bacia. Esse registro não existe ainda. O plano de ação visa recuperar e melhorar a conservação da bacia, e uma das fontes de recursos é a cobrança pelo uso da água.

8. FORMAS DE CONTAMINAÇÃO DA ÁGUA

Somente 0,8% do total da água do planeta é água doce e grande parte dessa reserva já está poluída ou continua ameaçada pela poluição. A água é um poderoso solvente. Ela dissolve algumas porções de quase tudo com o que entra em contato.

Na cidade a água é contaminada por esgoto, monóxido de carbono, poluição, produtos derivados de petróleo e bactérias. O cloro utilizado para proteger a água pode contaminá-la ao reagir com as substâncias orgânicas presentes na água, formando os nocivos trialometanos (substância cancerígena)

A agricultura contamina a água com fertilizantes, inseticidas, fungicidas, herbicidas e nitratos que são carregados pela chuva ou infiltrados no solo, contaminando os mananciais subterrâneos e os lençóis freáticos.

A água subterrânea também é contaminada por todos estes poluentes que se infiltram no solo, atingindo os mananciais que abastecem os poços de água de diversos tipos.

A água da chuva é contaminada pela poluição que se encontra no ar, podendo estar contaminada com partículas de arsênico, chumbo, outros poluentes e inclusive ser uma chuva ácida.

A indústria contamina a água através do despejo nos rios e lagos de desinfetantes, detergentes, solventes, metais pesados, resíduos radioativos e derivados de petróleo.